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Simão Rubim
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Simão Rubim
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Nasceu na ilha de Jersey (Inglaterra), a 30 de Julho de 1964. Estreou-se como actor em 1981, no Teatro Experimental de Cascais, integrando o elenco da peça Onde Vaz Luís? (Jaime Gralheiro), numa encenação de Carlos Avilez. Ainda nesse ano, participa no espectáculo Portugal Anos 40, com texto de Luiz Francisco Rebello, encenado por Carlos Avilez. Com a peça D. Quixote, de Yves Jamiacques, participou numa digressão do T.E.C. aos Estados Unidos da América. Na mesma companhia, representou Gil Vicente: Auto da Barca do Inferno.
Entre 1985 e 1990, residiu em Inglaterra. Aí, além de ter integrado a encenação da ópera Aida, de G. Verdi, por Vittorio Rossi, protagonizou a peça Bent, de Martin Sherman, dirigida por Gillian Foreman, com a qual se apresentou no Festival de Teatro de Edimburgo (1987). Trabalhou para a televisão inglesa, na série cómica KYTV (produzida pela BBC) e na série policial The Bill, produção da ITV.
A convite de Mário Viegas, integra desde 1990 o elenco da Companhia Teatral do Chiado e participa como actor em espectáculos encenados por Mário Viegas: A Birra do Morto, de Vicente Sanches; Três Actos de Beckett; Nápoles Milionária, A Arte da Comédia e A Grande Magia, todas de Eduardo de Filippo; O Ensaio de um Sonho, de August Strindberg e Ingmar Bergman; Uma Comédia às Escuras, de Peter Shaffer. Representou também em Um Suicídio Colectivo, de Peppino de Filippo, numa encenação de Filipe Crawford. Colaborou com Mário Viegas na tradução de peças de Samuel Beckett (Enquanto Se Está À Espera de Godot, Balanceada e A Última Bandana de Krapp) e de Eduardo de Filippo (Nápoles Milionária).
A partir de 1996, sempre na Companhia Teatral do Chiado, participa em espectáculos encenados por Juvenal Garcês, começando por fazer o protagonista de Dá Raiva Olhar Para Trás, de John Osborne. Depois, representa As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos (em cena há 8 anos), entra em Hedda Gabler, de Henrik Ibsen, em A Menina Júlia..., de August Strindberg, e na comédia Um Olho Para Toda a Gente, de Peter Shaffer. Representou ainda em Gases, de René d´Obaldia, com encenação de Joaquim Nicolau, e Um Suicídio Colectivo, de Peppino de Filippo, encenado por Filipe Crawford. Já em 2004, protagonizou O Mocho e a Gatinha, de Bill Manhoff, e fez a personagem de Torvald em A Casa da Boneca, de Ibsen, espectáculos igualmente encenados por Juvenal Garcês. Na televisão, integrou o elenco de duas peças: O Clube dos Antropófagos, de Manuel de Lima (realização de Fernando Midões), e Felizmente Há Luar, de Luís de Sttau Monteiro (realização de Artur Ramos), ambas produzidas pela RTP. Além de actor, desempenhou na Companhia Teatral do Chiado funções de direcção de produção.
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- Actor
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